Abecom preparada para atender demandas da Indústria 4.0

Empresa possui serviços e produtos aptos a atender as tecnologias existente na chamada quarta revolução industrial. Destaque para seu Centro de Gestão de Ativos.

 

O mundo e as empresas estão vivendo um novo momento no que se refere às mudanças tecnológicas. A quarta revolução industrial, voltada a tecnologias para automação e troca de dados, já está aí e empresas e fornecedores precisam estar preparadas para ela. As três revoluções introduziram, na ordem, a mecanização, a eletricidade e a automação, a quarta, chamada Indústria 4.0, tem como base um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico. A Abecom, nesse contexto, está preparada para atender as mais modernas demandas do mercado, com a velocidade e a resposta necessária.

Além do Centro de Gestão de Ativos (CGA), a empresa oferece projetos personalizados, gerenciamento de dados de preditiva, gestão de lubrificação, otimização da reposição de itens críticos, evitando falhas na cadeia de fornecimento, levando a revolução digital aos seus clientes, com inovação, tecnologia e, principalmente, conhecimento. É importante lembrar que a Abecom, fundada em 1963, nasceu em plena segunda revolução industrial, vivenciou e se atualizou durante a terceira, levando aos seus clientes todas as novidades no mercado de manutenção do País, o que fez dela uma das principais distribuidoras no segmento em que atua. Ou seja, se preparou para o que o mundo vivencia hoje.

“Mais do que uma oportunidade de mercado, estar atento à inovação e proporcionar o melhor dela aos nossos clientes é uma necessidade. A Abecom, novamente, se preparou ao longo dos 55 anos para essa revolução”, afirma Rogério Ezequiel Rodrigues, CEO da empresa.

Segundo ele, com as fábricas e equipamentos cada vez mais inteligentes, usando Inteligência Artificial e a “Internet das Coisas”, entre outras inovações, é fundamental estar preparado para as mudanças e os impactos nos mais diversos setores produtivos de nossa economia. “Não só profissionais precisam ou precisarão se adaptar às fábricas cada vez mais ‘inteligentes’, nós fornecedores, também temos a necessidade de entender e atender essas novas demandas –e a todas as que vierem no futuro”, conclui Rodrigues.

Sala de inteligência – Centro de gestão de ativos

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ABECOM - CGA
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