Correias Sincronizadas

Correias Sincronizadas Abecom

A despeito do cuidado que se possa tomar com as correias em V, algum escorregamento sobre a polia ocorre, e é considerado normal. Num ambiente veicular, isto é suficientemente eficaz para movimentar alternadores, compressores de ar condicionado e compressores de direção hidráulica. Sinais provenientes do alternador têm precisão suficiente para uso como indicação da rotação do motor.

Sincronismo

Embora aplicações de correias “dentadas”, associadas a polias recortadas (em semelhança com engrenagens) já fossem conhecidas, seu uso ganhou impulso com o advento, nas décadas de 1.960 e 1.970, de motores a explosão com comando de válvulas no cabeçote: o problema de sincronizar o virabrequim com as válvulas foi resolvido inicialmente pelo uso de correntes; na sequência, foram identificadas as correias sincronizadoras, mais leves, mais silenciosas, mais estáveis, menos sujeitas a desgaste, além de assegurarem menos folgas mecânicas, resultado do preciso ajuste entre a correia e a polia. Menos custosas, caracterizam-se pela facilidade de montagem, facilidade de remoção e de substituição.

Durabilidade

Considerando que uma correia de sincronismo veicular deve durar sem danos cerca de 80.000 km, se for assumida uma média de velocidade de 60 km/h, e média de rotação de 3.000 RPM, essa correia deve sobreviver a um número calculado, a grosso modo, de 40 milhões de ciclos completos, operando a maior parte do tempo nas condições térmicas de um cofre de motor, ou cerca de 90ºC. Nem distensão de perímetro, nem deformação do denteado, perda de resistência longitudinal, fissuras, nada deve se manifestar antes desse prazo.

Aparelhagem científica

São equipamentos altamente automatizados: da recepção da amostra à operação de higienização, tudo é microcontrolado e intertravado. A movimentação dos sensores, as verificações periódicas e o cumprimento de protocolos, sequências e requisitos, tudo depende de servomecanismos cuidadosamente sincronizados, repetitivos, duráveis. Correias sincronizadoras cuidadosamente esticadas transferem movimentos precalculados, acionando bombas peristálticas e sensores predeterminados, possibilitando gerar relatórios impresso para registro e documentação de procedimentos, garantindo conclusões de alta confiabilidade. Processos químicos complexos podem depender do que é interpretado nesse tipo de exame. Eventualmente, tratamentos de saúde e prescrições podem depender do bom funcionamento do equipamento, do cumprimento de operações integral e suficientemente.

Soluções para transporte

Dispositivos de automação são respostas a aplicações cujas demandas atingiram proporções muito acima da capacidade de processamento manual. O trânsito de encomendas é um destes setores. Num mundo informatizado e de população constantemente em crescimento, reduz-se o trânsito de informação impressa, acentuando-se o trânsito de remessas (amostras, mercadorias, brindes, catálogos, passes, senhas e credenciais). Sistemas eletrônicos lêem e identificam o destino das remessas, decidindo o(s) meio(s) de transporte que completará(ão) o trajeto, se envolve transporte local ou internacional, e a combinação modal que possibilite esse resultado. Muito antes que o objeto deixe as instalações, um sistema mecanizado redireciona a mercadoria ao local onde se reunirá aos homólogos, preenchendo os volumes logísticos. Equipamentos para esse tipo de classificação incorporam servomecanismos de precisão, que abrem e fecham acessos à medida que a mercadoria se desloca.

Climatização

Instalações desenvolvidas visando conforto ambiental também demandam servomecanismos. Defletores dosam misturas de ar gelado, enquanto aquecedores secam o ar antes que este siga para a câmara onde finalmente alcançará a temperatura solicitada no console do sistema. Exatidão na dosagem é a chave do desempenho: confiabilidade dos servomecanismos é a chave para a repetibilidade e estabilidade do processo.

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